Thursday, February 22, 2007

Seminar group no Royal Academy of Arts

Este dia foi um retorno à realidade, deixar um pouco a vida de turista e fazer vida de estudante.
Eram 8 a.m. quando acordei, sim, porque a Andreia só acordou meia hora depois. Mas tínhamos tempo, estavam à nossa espera apenas para as 10 a.m., em frente ao ROYAL ACADEMY OF ARTS, para um seminário.
Esta era a vez do Sophus fazer uma apresentação. Convidou-nos para ir à academia, em Picadilly road, onde nos sentámos na zona de bar enquanto ele nos mostrava um excerto de um filme. Com isto ele queria abordar um debate em volta do que percepcionámos para alem do que nos é mostrado. Ou seja, no filme, podíamos ver que a câmara seguia de perto um soldado a correr, no final ele sobe a um pequeno monte e dispara, matando um outro que se encontra caído, de joelhos. Conseguimos saber que se tratam de soldados pelo uniforme, e deduzimos que são inimigos pelo facto de um ter morto o outro. No entanto a situação revela mais que isso, a respiração do primeiro mostra determinação, enquanto a expressão e reacção do outro mostra aceitação e coragem. Isto é percepcionado através dos sentidos visão e audição, contudo, o nosso conhecimento leva-nos mais longe. Percebendo que se trata da Primeira Guerra Mundial, através do cenário e do equipamento, compreendemos todo um ambiente envolvente.
Este debate não foi muito longo, deu-se apenas a opinião do que cada um percebeu e pouco mais.

Uma instalação à entrada do Royal Academy

De seguida o Sophus levou-nos a uma exposição que se encontrava nas proximidades, o que eu não percebi o que tinha a ver.

Bem, acabando isto, fomos andando a caminho de Picadilly circus para nos encontrar-mos com os meus pais para almoçar.
A caminho fomos vendo algumas lojas muito antigas, que tinham montras fantásticas, e encontrámos um mercadozinho onde tinha uma banca que vendia tipos móveis feitos pelo próprio vendedor. ALTAMENTE! Em Portugal não se encontra assim tão facilmente.

Tipos moveis

Depois de nos deslumbrar-mos no mercado, encontrámo-nos com os meus pais e fomos almoçar a um restaurante Italiano, os únicos restaurantes onde se come bem para alem dos Portugueses.

De seguida, fomos a correr a casa, buscar os portáteis, e saímos direitas para a escola, onde íamos ter mais uma tutoria.
Desta vez fiquei muito desiludida, estava à espera de desenvolver umas ideias para os trabalhos com a ajuda do David, mas isso não aconteceu. Fiquei, então, na mesma, sem saber o que fazer ao certo. Não é que eu não saiba, mas não estou é contente, queria algo mais, mas preciso de um empurrãozito para me entusiasmar.

Wednesday, February 21, 2007

Westminster Abbey e Natural History Museum

Esta manhã, o sol entrou pela janela do meu quarto a anunciar um bom dia para passear. Assim, a minha mãe decidiu que íamos fazer a volta de Westminster, que era para se andar mais na rua.

Depois de uma longa viagem no BUS 12, devido ao transito matinal, chegámos a Westminster. Já não era a primeira vez que eu ali estava, tirando as vezes que passei por lá de autocarro, mas como não tinha entrado em nenhum dos edifícios, voltei para tentar novamente.
No entanto, parece que não estou com sorte. O parlamento, ou seja o Big Ben, não dá para visitar às quartas, porque é o dia do primeiro ministro discursar, o que é proibido a assistência do publico.

Para não se repetir o azar, ao menos a WESTMINSTER ABBEY estava aberta. Esta é a abadia real, onde são feitas as coroações. Tem um interior magnifico, não desfazendo do exterior. Os tectos são fantásticos, e todos os cantos do monumento são extremamente trabalhado são pormenor, de tal modo que é impossível apreciar tudo.
Contem inúmeros túmulos de personagens importantes da história e da nobreza inglesa. Mas o que mais me interessou ao longo da visita foi a diversidade de brasões que se encontravam por todo o lado. É impressionante como ao longo de tantos séculos, a cultura inglesa continua a preservar os brasões das famílias. Alguns já contêm tantos símbolos diferentes que parecem ser feitos de pequenos mosaicos.

Dentro da Abbey

Depois desta visita, apercebemo-nos que afinal não havia muito que ver naquela zona, e decidimos dirigir-nos a South Kesington.
Neste local, as maiores atracções são o Natural History Museum, o Science Museum e o Victoria & Albert Museum. Como todos eles são enormes e leve metade de um dia para ver por completo, tivemos de optar por um. Acabámos por escolher o NATURAL HISTORY MUSEUM.

A caminho de South Kesington, almoçamos num pub inglês. Os pratos saíram baratos, mas o sabor não era lá muito bom. Como já devíamos prever, a comida inglesa é bastante condimentada, com sabores muito fortes e pouco agradáveis, a meu ver. O pub, era igual a todos os outros, parece que vão todos ao mesmo decorador.

O Museu é, mais uma vez, gratuito, o que mostra uma boa politica de que a cultura deve ser para todos.
O edifício do museu é enorme, e maravilhoso. É um edifício antigo, que foi construído com o propósito de ser um museu. O Hall de entrada faz lembrar um palácio árabe mas construído com o típico tijolo inglês.
Este museu está dividido em duas partes, o lado animal e o lado da terra. O lado animal é verdadeiramente fantástico. Podemos observar uma grande variedade de espécies animais, desde os mais conhecidos aos desaparecidos, como os dinossauros, passando por espécies bizarras de peixes das profundezas.
Na zona do animal racional, mais conhecido por ser humano, podemos encontrar não só a evolução do corpo mas também o seu funcionamento, como a percepção e a reacção.
Durante a visita podemos ver alguns vídeos, robots e jogos ou experiencias que ajudam compreender e conhecer.

O lado do museu que aborda o tema terra, é muito mais aborrecido. Não tem tanto para interagir e é mais baseado em mensagens contra a poluição, desgraças naturais e pouco mais.
Esta parte acabámos por ver mais a correr, não só por não ter piada, mas também porque o museu estava quase a fechar. Pois é, infelizmente em Inglaterra tudo fecha por volta das 6 p.m. Parece que a esta hora acaba o dia.

A entrada do museu

Tuesday, February 20, 2007

Torre de Londres, Shakespear's Globe e Tate Modern

O acordar de hoje foi às 8 da manhã, para desabituar da preguiça. Não foi muito difícil, pois os meus pais estão a dormir no meu quarto, então acabei por ir acordando com eles a andar de um lado para o outro.

Passado uma hora estávamos a sair em direcção a Tower Bridge, onde fomos visitar a TORRE DE LONDRES. Esta é a construção, intacta, mais antiga de Londres. Nela podemos visitar a casa real da idade media, a sala dos prisioneiros, os objectos de tortura e tudo o que tem lugar dentro das muralhas medievais. Tivemos, também, o prazer (ou não) de ver as jóias da coroa.
Não sei para quê tanto objecto de ouro que não serve para nada.

A visita foi muito gira, imaginar a vida medieval e conhecer alguns factos históricos do local. Achei um muito curioso relativo aos corvos. Parece que havia uma superstição que dizia que quando os corvos pousavam no cimo da torre central, significava que o rei ia cair do trono. Então existiam uns guardas que tinham como missão cortar as asas aos corvos, para que não pudessem voar até ao cimo da torre, de modo a impedir a queda do rei.
Não é uma crença muito inteligente, mas temos que dar um desconto por ter sido na idade média.
Hoje em dia, o local, mantém presentes os corvos como atracção turística.

Torre por fora

Torre por dentro

Em seguida fomos até perto da Westminster bridge, mas por engano, porque mais uma vez falhamos a saída do autocarro. Bem, mas aproveitámos para almoçar e depois fizemos um passeio a pé, ao longo do rio. Ao longo daquela margem existem muitos museus e outro tipo de atracões, é um local muito agradável para passear, é pena é hoje ter estado um dia chuvoso e nublado.
No fim da nossa caminhada, encontrámos o que procurávamos, o SHAKESPEARE’S GLOBE. Este é uma replica do teatro que shakespear dirigiu. Curiosamente foi construído por um americano fanático pelo escritor, que resolveu erguer o teatro quando se mudou para Inglaterra.
Visemos uma visita ao museu, e uma visita guiada ao interior do Globe. Foi uma experiencia bastante enriquecedora, para alem de ter aprendido algumas coisas sobre a o teatro da época ainda gostei de saber os pormenores da construção. Este espaço é construído o mais próximo do real, usando os mesmos materiais ou parecido. Sim, porque alguns não são possíveis hoje em dia, ou por questões monetárias ou higiénicas. Mas é bastante giro. É pena não poder assistir a uma peça medieval, pois eles costumam ter, mas apenas no verão. São normalmente peças de shakespear ou inspiradas, que se regem pelas regras da época, como por exemplo, são homens que fazem o papel de mulheres. Na altura as mulheres eram proibidas de representar, então eram representadas por rapazes novos com feições delicadas e vozes finas, ou seja antes da mudança. Era também assim que os actores iniciavam a sua carreira, começavam por ser mulheres. hehe.

Globe por fora

Globe por dentro

Ao lado, está o TATE MODERN, um enorme museu de arte contemporânea, com uma fachada impressionante. Tem um aspecto imponente, com uma torre exageradamente grande que “segura” todo o restante edifício. Esta torre é como que atravessada pelos diversos pisos, onde estão colocadas as exposições.

O Tate

Mas o mais engraçado é que no interior existem escorregas de tubos que são usados para descer de qualquer um dos andares para o rés do chão, escorregando sentados em sacos de pano. Estes tubos eram as antigas turbinas da fabrica que existia anteriormente neste edifício.

Os escorregas

No ultimo andar, o sétimo, existe um bar restaurante com uma vista fantástica sobre a cidade. De noite esta é ainda mais maravilhosa.

A ver a vista e a beber chazinho


Com muita sorte conseguimos visitar tudo o que estava programado. Por hoje já chega, vamos deitar cedinho porque amanhã é outro dia.
Foi um dia muito proveitoso e divertido, mas infelizmente recebi uma má noticia hoje. Soube que a minha gata está a piorar e que o mais provável é morrer. Realmente um mal nunca vem só. Ainda à dois ou três meses atrás morreu a outra gata, e agora esta.

Monday, February 19, 2007

Vai o Pedro e chegam os papas

Hoje é dia de troca, o Pedro vai embora e chegam os meus pais.
Levantámo-nos por volta das 10 a.m. para ter a certeza que não havia atrasos, não se pode correr o risco de perder um avião. As malas estavam praticamente prontas, espremeu-se mais umas coisas e feche força para fechar.

Eram umas 11 a.m. quando fomos calmamente apanhar o BUS, mas parece que aquela hora há muita gente nos transportes públicos, o que nos deixou sem lugar para sentar. É sempre chato ficar de pé a viagem toda, mas teve de ser.

Ao meio dia estávamos em Victoria Station. Demos uma volta nas lojas em busca de umas prendas de ultima hora que o Pedro procurava para a família. E eu aproveitei para comprar uma boina nova, que infelizmente não me fica muito bem.

Pouco depois, os meus pais chegaram de comboio, vindos do aeroporto de Gatewick. Como já era perto da 1, fomos almoçar a um buffet de pizzas, massas e saladas que havia na estação.
Durante a refeição recebi a triste noticia que a minha gata, a Buffy, estava internada no hospital veterinário com leucemia.
Quando, no fim de comer, o Pedro chamou-me à atenção que eram 01:25, estava quase na hora da partida.

Deixei os meus pais (pelo menos o meu pai) a acabar de comer, e fui acompanhar o Pedro até à camioneta. Estava uma pequena fila para porem as malas na bagageira, mas rapidamente chegámos ao fim. Despedi-me do Pedro e regressei para perto dos meus pais, ainda no restaurante. Depois de pagar-mos, fomos saindo, quando me cruzei com o chato do empregado monhê que falou comigo em muito mau português.

Fomos, agora os três, em direcção ao BUS de regresso a Camberwell. Atravessámos a confusão de autocarros de modo a chegar-mos ao lado oposto da rua, onde estava a nossa paragem. Mesmo de fronte existe uma shop onde costumam vender oysters, pois os meus pais iam comprar um para usar nas voltas da semana. Contudo, os oysters estavam esgotados, e tínhamos que ir comprar à estação. Fui, então, com o meu pai, atravessar de novo a confusão de autocarros, de regresso à estação. Como não sabíamos onde comprar os passes, dirigimo-nos às cabines que diziam Tickets. No entanto, estava um fila enorme, então decidi perguntar rapidamente ao senhor da cabine se vendia oysters. Mas o estúpido do homem armou-se em parvo e queria-me mandar para o fim da fila sem me responder. Eu insisti e ele lá me disse que não vendia. QUE IDIOTA!! Não podia dizer logo?? Ia-me mandar para a fila só para me dizer que não vendia?? Que estúpido.

Bem, lá encontrámos o sitio onde comprar os passes, e voltámos para junto da minha mãe, na paragem, e apanhamos o BUS para Camberwell.

Ao chegar a casa, encontrámos o Muz e o Momo, ou Mo, na sala. O cão têm um problema com homens desconhecidos, e por isso rosnou mal o meu pai entrou. Como o meu pai lida bem com cães, aproximou-se sem receio, deu a mão a cheirar e rapidamente já estava tudo bem. Isto ao contrario do Pedro, que quando o cão lhe rosnou, ele não fez nada e nunca mais se aproximou do cão. Não se tornaram grandes amigos, mas também não ouve mais problemas, simplesmente evitavam-se.

Bem, em seguida foi altura dos meus pais descansarem e arrumarem as coisas, incluindo a casa, que estava muito mal. O Muz ao ver isso arrumou a divisão 3 em 1 toda, para não parecer mal.

Este dia não desenvolveu muito mais que isto. Jantámos, bebemos um chá e comemos bolinhos em serão, programámos a tour do dia seguinte e fomos deitar.

Sunday, February 18, 2007

De Webminster a Oxford Circus

Hoje foi o ultimo dia de passeio para o Pedro, então fomos dar a voltinha clássica de Londres: O famoso BIG BEN, a ABADIA DE WESTMINSTER e TRAFALGAR SQ.
Mas parece que tudo correu mal. Por ser domingo não havia visitas ao Big Ben nem à Abadia o que acabámos por ver apenas por fora. São ambos edifícios fantásticos e imponentes que fornecem aquele espaço um forte espírito de cultura e ao mesmo tempo uma imagem caracteristicamente Londrina. Provavelmente por estarmos habituados a associar estes edifícios à cidade em questão.

Abadia de Westminster

Big Ben

Para completar o azar, quando chegámos a Trafalgar Sq, esta estava exageradamente cheia, devido à festa de ano novo chinês. Tirei algumas fotos ao que consegui ver no meio da confusão e já não foi nada mau.

Entre isto, passámos por um edifício onde se encontravam na entrada dois guardas a cavalo. Este local estava, também, atulhado de gente a tirar fotografias e eu aproveitei para tirar uma foto ao Pedro a fazer uma festinha no cavalo.

O Pedro e o Cavalo


De seguida passeámos num parque ali perto, com um grande lago de patos. E almoçámos num restaurante mesmo no centro do parque. Era tudo muito giro e agradável para estar mas o almoço saiu-nos caro e mau.

Para compensar fomos até Picadilli e subimos a avenida em direcção a Oxford Circus, onde passámos o resto da tarde no Hamleys, uma loja de brinquedos. Esta loja é fenomenal, tem 7 pisos e dispõe de todo o tipo de brinquedos. São, também, proporcionadas alguma diversões onde podemos experimentar alguns dos produtos, assim como desafiar alguns dos funcionários em jogos para ganhar algo. Havia uma mesa onde um rapaz, que só podia ser um génio, solucionava cubos mágicos em menos de 20 segundos. Cada pessoa podia baralhar o cubo e se ele não o solucioná-se em menos deste tempo podíamos levar o cubo para casa de graça. ALTAMENTE! Mas o mais fantástico é que ele conseguia sempre, a uma rapidez brutal.
Eu ganhei um jogo de perguntas e recebi uns cartões desse mesmo jogo. Foi muito divertido.

Depois de muitas voltas entre os brinquedos, fomos até a uma loja de chocolates muito requintada, comer uns morangos cobertos de chocolate. Estava delicioso, os morangos eram grandes e suculentos, e o chocolate era muito bom. Foi caro mas valeu a pena.

Os deliciosos morangos

Depois de tudo isto, estávamos a cair de cansaço, e voltámos então para casa. Estava tão esgotada que dormimos uma sesta até à hora de jantar.

Mais tarde fizemos a mala do Pedro onde eu, com um truque mágico, consegui enfiar tudo o que ele tinha trazido mais metade da minha roupa para ele levar de volta. Não sei como foi possível espremer tanta coisa ali para dentro, tem de ser muito jeito.

Saturday, February 17, 2007

Greenwitch

Esta manhã levantou-se o sol, o que dá uma nova vida ao dia. Assim, fez-se um lindo dia para passear. Fomos, como programado, a Greenwich. Passámos pelo MARITIM MUSEUM, onde encontrámos uma demonstração interessante da divisão do planeta na época dos descobrimentos. Os ingleses dum lado e os portugueses do outro. Neste museu não se podia tirar fotografias, o que eu não percebi porquê, mas eu tirei na mesma. Mas o que foi mesmo impossível de compreender foi o facto de não deixarem ninguém entrar sem bilhete, quando os bilhetes eram de graça. ISSO MESMO, DE GRAÇA!!
Porque raio é tão importante mostrar um bilhete quando este é oferecido. Temos mesmo que ir à bilheteira, perguntam para quantas pessoas, adulto ou criança e a seguir oferecem o bilhete!! DUH

O planeta na época dos descobrimentos

Por trás do museu estava o ROYAL OBSERVATORY. Encontrava-se no cimo de um monte verde, situado no centro do Greenwich Park. Este parque é muito bonito e transmite um enorme bem estar. Viam-se crianças a correr felizes por todo o lado, casais a passear e grupos de rapazes a jogar à bola. Uma imagem bastante pacifica e harmoniosa.
Depois de subir por um caminho dolorosamente íngreme, chegámos ao observatório. Pedimos mais uma vez o nosso bilhete gratuito, e entrámos. Este observatório têm a publico as suas divisões decoradas com elementos antigos que pertenceram aos diversos astrónomos reais que ali viveram ao longo da história. Assim como muitos artigos referentes aos seus estudos.
Mas a maior atracção do local é o primeiro meridiano, que serve para medir o tempo em todo o planeta. Com muita dificuldade, devido ao aglomerado de gente, tive a oportunidade de tirar uma foto com um pé de cada lado da linha.
Foi um passeio muito agradável, num dia ensolarado.

O parque e ao fundo o monte do Royal Observatory

Meio cá meio lá da linha de Greenwitch

De seguida voltámos para casa porque o Rolan (que nós pensávamos chamar-se Roan) vinha buscar a renda.

Esta noite descobrimos que temos um novo flatmade, UM RATO! Foi visto pela Andreia a esgueirar-se para baixo do frigorifico, era pequeno, preto e peludo.
Incrivelmente, parece normal existirem ratos nas casa Londrinas, assim como ratazanas e raposas na rua. É incrível o quanto Londres parece, em muito, viver na idade média. As ruas são sujas, encontra-se lixo por todo o lado, e parece não incomodar ninguém.
Nota-se que a imagem britânica que existia, degradou-se por completo. O comportamento das pessoas é tudo menos disciplinado, e a cidade tornou-se imunda.

Friday, February 16, 2007

British Museum

Hoje planeámos por o despertador um pouco para mais tarde, ou seja, para a hora que costumamos levantar depois de muita luta. Perguntei à Andreia se ela queria vir mas não conseguiu acordar, parece que anda com problemas em adormecer à noite.

Bem, fomos então os dois em direcção a Russell Sq no BUS 188, que mais uma vez tivemos de apanhar em Elephant & Castle.
Pela primeira vez desde que cheguei a Londres, falhei a paragem onde devia sair. Por mais incrível que pareça, nunca me perdi nem nunca tinha errado numa paragem. De qualquer forma, não estávamos longe e aproveitámos para almoçar porque a fome já apertava.

Com muita facilidade encontrámos o caminho para onde queríamos ir e ainda encontrámos uma loja de BD no caminho, o que foi muito bom para o Pedro.

Logo a seguir chegámos ao BRITISH MUSEUM, onde se via muita gente a entrar e sair. O edifício é enorme e têm uma entrada grandiosa. O mais fenomenal é realmente o grande pátio coberto por um espectacular tecto de aço e vidro, desenhado por Norman Foster (como quase tudo novo em Londres).
As exposições são formados por objectos vindos de todas as partes do mundo que foram adquiridos muitos através de saques ao longo da história. Existem peças egípcias, gregas, chinesas, hindus, islâmicas, africanas, entre outras. É uma visita bastante enriquecedora, mas também monótona para quem já viu as mesmas coisas nos países de origem.

A entrada

O tecto do pátio interior

Depois da longa visita fomos até CAMDEN TOWN passear no mercado. Este é o melhor sitio para ir quando se aprecia roupa alternativa e não se procura marcas. Durante o dia está cheio de gente que passeia entre as bancas de roupa. Contudo muitas das peças de roupa são do mesmo género que se encontra nas lojas, são realmente diferente do que estamos acostumados a ver mas nada que seja de bom gosto.
Os vendedores, são daqueles chatos que quase nos obrigam a comprar a roupa e ainda regateiam o preço. Com isto, sem sequer tentar, acabei por comprar uma saia de 25 libras a 10. E quando digo que não mes esforcei, não estou a exagerar. O homem foi baixando o preço até eu aceitar comprar.

Ao longo da rua existem, também, lojas tanto ou mais extravagantes. Não dei a volta a tudo mas fiquei muito feliz por encontrar os ténis lindos que eu andava à procura.