Sunday, February 18, 2007

De Webminster a Oxford Circus

Hoje foi o ultimo dia de passeio para o Pedro, então fomos dar a voltinha clássica de Londres: O famoso BIG BEN, a ABADIA DE WESTMINSTER e TRAFALGAR SQ.
Mas parece que tudo correu mal. Por ser domingo não havia visitas ao Big Ben nem à Abadia o que acabámos por ver apenas por fora. São ambos edifícios fantásticos e imponentes que fornecem aquele espaço um forte espírito de cultura e ao mesmo tempo uma imagem caracteristicamente Londrina. Provavelmente por estarmos habituados a associar estes edifícios à cidade em questão.

Abadia de Westminster

Big Ben

Para completar o azar, quando chegámos a Trafalgar Sq, esta estava exageradamente cheia, devido à festa de ano novo chinês. Tirei algumas fotos ao que consegui ver no meio da confusão e já não foi nada mau.

Entre isto, passámos por um edifício onde se encontravam na entrada dois guardas a cavalo. Este local estava, também, atulhado de gente a tirar fotografias e eu aproveitei para tirar uma foto ao Pedro a fazer uma festinha no cavalo.

O Pedro e o Cavalo


De seguida passeámos num parque ali perto, com um grande lago de patos. E almoçámos num restaurante mesmo no centro do parque. Era tudo muito giro e agradável para estar mas o almoço saiu-nos caro e mau.

Para compensar fomos até Picadilli e subimos a avenida em direcção a Oxford Circus, onde passámos o resto da tarde no Hamleys, uma loja de brinquedos. Esta loja é fenomenal, tem 7 pisos e dispõe de todo o tipo de brinquedos. São, também, proporcionadas alguma diversões onde podemos experimentar alguns dos produtos, assim como desafiar alguns dos funcionários em jogos para ganhar algo. Havia uma mesa onde um rapaz, que só podia ser um génio, solucionava cubos mágicos em menos de 20 segundos. Cada pessoa podia baralhar o cubo e se ele não o solucioná-se em menos deste tempo podíamos levar o cubo para casa de graça. ALTAMENTE! Mas o mais fantástico é que ele conseguia sempre, a uma rapidez brutal.
Eu ganhei um jogo de perguntas e recebi uns cartões desse mesmo jogo. Foi muito divertido.

Depois de muitas voltas entre os brinquedos, fomos até a uma loja de chocolates muito requintada, comer uns morangos cobertos de chocolate. Estava delicioso, os morangos eram grandes e suculentos, e o chocolate era muito bom. Foi caro mas valeu a pena.

Os deliciosos morangos

Depois de tudo isto, estávamos a cair de cansaço, e voltámos então para casa. Estava tão esgotada que dormimos uma sesta até à hora de jantar.

Mais tarde fizemos a mala do Pedro onde eu, com um truque mágico, consegui enfiar tudo o que ele tinha trazido mais metade da minha roupa para ele levar de volta. Não sei como foi possível espremer tanta coisa ali para dentro, tem de ser muito jeito.

Saturday, February 17, 2007

Greenwitch

Esta manhã levantou-se o sol, o que dá uma nova vida ao dia. Assim, fez-se um lindo dia para passear. Fomos, como programado, a Greenwich. Passámos pelo MARITIM MUSEUM, onde encontrámos uma demonstração interessante da divisão do planeta na época dos descobrimentos. Os ingleses dum lado e os portugueses do outro. Neste museu não se podia tirar fotografias, o que eu não percebi porquê, mas eu tirei na mesma. Mas o que foi mesmo impossível de compreender foi o facto de não deixarem ninguém entrar sem bilhete, quando os bilhetes eram de graça. ISSO MESMO, DE GRAÇA!!
Porque raio é tão importante mostrar um bilhete quando este é oferecido. Temos mesmo que ir à bilheteira, perguntam para quantas pessoas, adulto ou criança e a seguir oferecem o bilhete!! DUH

O planeta na época dos descobrimentos

Por trás do museu estava o ROYAL OBSERVATORY. Encontrava-se no cimo de um monte verde, situado no centro do Greenwich Park. Este parque é muito bonito e transmite um enorme bem estar. Viam-se crianças a correr felizes por todo o lado, casais a passear e grupos de rapazes a jogar à bola. Uma imagem bastante pacifica e harmoniosa.
Depois de subir por um caminho dolorosamente íngreme, chegámos ao observatório. Pedimos mais uma vez o nosso bilhete gratuito, e entrámos. Este observatório têm a publico as suas divisões decoradas com elementos antigos que pertenceram aos diversos astrónomos reais que ali viveram ao longo da história. Assim como muitos artigos referentes aos seus estudos.
Mas a maior atracção do local é o primeiro meridiano, que serve para medir o tempo em todo o planeta. Com muita dificuldade, devido ao aglomerado de gente, tive a oportunidade de tirar uma foto com um pé de cada lado da linha.
Foi um passeio muito agradável, num dia ensolarado.

O parque e ao fundo o monte do Royal Observatory

Meio cá meio lá da linha de Greenwitch

De seguida voltámos para casa porque o Rolan (que nós pensávamos chamar-se Roan) vinha buscar a renda.

Esta noite descobrimos que temos um novo flatmade, UM RATO! Foi visto pela Andreia a esgueirar-se para baixo do frigorifico, era pequeno, preto e peludo.
Incrivelmente, parece normal existirem ratos nas casa Londrinas, assim como ratazanas e raposas na rua. É incrível o quanto Londres parece, em muito, viver na idade média. As ruas são sujas, encontra-se lixo por todo o lado, e parece não incomodar ninguém.
Nota-se que a imagem britânica que existia, degradou-se por completo. O comportamento das pessoas é tudo menos disciplinado, e a cidade tornou-se imunda.

Friday, February 16, 2007

British Museum

Hoje planeámos por o despertador um pouco para mais tarde, ou seja, para a hora que costumamos levantar depois de muita luta. Perguntei à Andreia se ela queria vir mas não conseguiu acordar, parece que anda com problemas em adormecer à noite.

Bem, fomos então os dois em direcção a Russell Sq no BUS 188, que mais uma vez tivemos de apanhar em Elephant & Castle.
Pela primeira vez desde que cheguei a Londres, falhei a paragem onde devia sair. Por mais incrível que pareça, nunca me perdi nem nunca tinha errado numa paragem. De qualquer forma, não estávamos longe e aproveitámos para almoçar porque a fome já apertava.

Com muita facilidade encontrámos o caminho para onde queríamos ir e ainda encontrámos uma loja de BD no caminho, o que foi muito bom para o Pedro.

Logo a seguir chegámos ao BRITISH MUSEUM, onde se via muita gente a entrar e sair. O edifício é enorme e têm uma entrada grandiosa. O mais fenomenal é realmente o grande pátio coberto por um espectacular tecto de aço e vidro, desenhado por Norman Foster (como quase tudo novo em Londres).
As exposições são formados por objectos vindos de todas as partes do mundo que foram adquiridos muitos através de saques ao longo da história. Existem peças egípcias, gregas, chinesas, hindus, islâmicas, africanas, entre outras. É uma visita bastante enriquecedora, mas também monótona para quem já viu as mesmas coisas nos países de origem.

A entrada

O tecto do pátio interior

Depois da longa visita fomos até CAMDEN TOWN passear no mercado. Este é o melhor sitio para ir quando se aprecia roupa alternativa e não se procura marcas. Durante o dia está cheio de gente que passeia entre as bancas de roupa. Contudo muitas das peças de roupa são do mesmo género que se encontra nas lojas, são realmente diferente do que estamos acostumados a ver mas nada que seja de bom gosto.
Os vendedores, são daqueles chatos que quase nos obrigam a comprar a roupa e ainda regateiam o preço. Com isto, sem sequer tentar, acabei por comprar uma saia de 25 libras a 10. E quando digo que não mes esforcei, não estou a exagerar. O homem foi baixando o preço até eu aceitar comprar.

Ao longo da rua existem, também, lojas tanto ou mais extravagantes. Não dei a volta a tudo mas fiquei muito feliz por encontrar os ténis lindos que eu andava à procura.

Thursday, February 15, 2007

London eye

Mais uma vez o acordar cedo ficou apenas pela intenção. Levantámo-nos por volta das 11 a.m. e saímos, agora só os dois, em direcção ao LONDON EYE, perto da Westminster Bridge. Esta é uma roda gigante que se destina a levar as pessoas em espaçosas cápsulas de modo a apreciarem a vista da cidade de Londres.

Depois de meia hora nos curros para comprar os bilhetes e mais algum tempo até sermos revistados, lá chegámos à entrada da nossa cápsula. Antes de entrarmos podemos ver dois rapazes que inspeccionaram o compartimento em busca de bombas (suponho). Usavam um espelho estendível para poder olhar os locais mas escondidos. Parece que a segurança aqui é levada muito a sério.

A voltinha levou meia hora. Muito lentamente fomos vendo a cidade cada vez de mais alto, e depois mais de baixo outra vez. Pode parecer uma seca mas a verdade é que me diverti muito a tirar fotos giras.

My eye

His eye

A capsula

A vista

Quando acabou a volta, já estava a escurecer. Tinha-mos planeado ver um museu mas já não havia tempo, pois já eram 5 da tarde. Decidimos então ir passear pelas lojas de OXFORD STREET.

Contudo, não demorámos muito. Voltámos cedo para casa porque eu tinha que passar o resto do dia a acabar um projecto para entregar amanhã. Já estava meio feito, mas mesmo assim só terminei por volta das 4 da manhã.

Este era um projecto de design editorial para fazer em 2 semanas. Mas nós não consideramos isto um projecto, parece mais um exercício de uma aula (que corresponde normalmente a uma semana).
Este projecto consiste em paginar de 4 formas diferentes. Um newspaper, um academic journal, um press release e um anual report. No entanto o nível de exigência não era muito alto. Tínhamos de agarrar num texto qualquer que tivéssemos e editá-lo das 4 formas diferentes.
É claro que é compreensível que para os alunos do college seja mais complicado do que para nós. Afinal eles ainda nem sabiam usar o inDesign. Por isso, na segunda feira passada, foi dado um workshop do programa. Para nós não nos servia de nada porque iam dar as bases do programa, que nós já conhecemos, por isso não fomos.
Como eles só têm uma disciplina, que serve apenas para dar projectos e desenvolver ideias, existem, então, estes workshops de programas para as alturas em que são necessários.

Tenho pena que não haja workshops de programas que eu ainda não tenha aprendido, assim poderia aproveitar.

Wednesday, February 14, 2007

Visitamos o Sherlock Holmes e a Madame Tussaud

Depois de uma tentativa frustrada de acordar cedo, lá nos levantámos. A vontade de acordar era pouca mas a de passear era muita.
Como não havia nenhum autocarro a partir de Camberwell Green para o nosso destino, tivemos de ir até Elephant & Castle (onde realmente tem um elefante e um castelo para quem souber encontrar). Era perto da hora de almoço quando apanhámos o Bus 453 para Baker st.

Atravessámos a cidade quase até ao extremo norte, e saímos assim que avistámos o que procurávamos. Mas antes de tudo, estava a morrer de fome.
Apesar de ser uma zona turística, acabamos por encontrar as mesmas coisas do costume: Mc’Donalds, Nando’s, Subway, KFC, etc. Felizmente, vimos um restaurante italiano que nos chamou a atenção.

Este era um restaurante com um aspecto bastante requintado, o que é normal em restaurantes italianos. Como designer gráfica, a primeira coisa que reparei foi nos menus. Atraíram-me pelas ilustrações muito fixes que tinham nas capas, feitas por uma ilustradora italiana.
Á refeição deliciámo-nos com duas pizzas que eu e o Pedro partilhámos. Era uma Margarita e uma quatro queijos, no entanto pareciam a mesma, era realmente difícil distingui-las.

O menu

Não podemos esquecer que é dia dos namorados

De barriga cheia fomos à procura do SHERLOCK HOLMES MUSEUM. Nada fantástico mas pareceu-nos curioso.
A expectativa não era muita, mas conseguiu desiludir-nos de qualquer forma. Talvez para quem seja fã das histórias e conheça bem a personagem seja mais emocionante, mas para quem não tem essa perspectiva não tem o mesmo impacto.
O museu não passava de uma casa decorada com objectos antigos que pertencem às histórias do personagem. Esta é supostamente a casa do Sherlock Holmes.
Contudo aproveitei para fotografar alguns padrões de alcatifas, papeis de parede, cortinados, entre outros. Nunca se sabe quando pode dar jeito, mas acima de tudo eu adoro padrões.

As duas de casaco igual à porta do museu

A sala do Sherlock Holmes

De seguida fomos ao MADAME TUSSAUD, o famoso museu de cera de Londres. Mal chegámos tivemos logo o nosso primeiro espanto, e foi com o preço dos bilhetes, 25 libras.
Mas valeu a pena. Foi muito divertido ver tantas personalidades famosas, mas melhor ainda foi rir à custa das atitudes das pessoas com os bonecos. Podemos ver raparigas que constantemente tiravam fotos a beijar o Tom Cruise e homens que apalpavam o rabo da Jennifer Lopes em frente à própria família. Eu tive, ainda, o prazer de tirar uma foto com o Jack Sparow.
Alguns dos bonecos estão bastante reais, parecem pessoas que estão à espera do momento certa para nos pregar um susto, outras estão muito más e nem parecem a pessoa em questão.

ahh que medo

Com o Jack Sparrow

Para alem deste tipo de atração, o museu continha também uma espécie de passagem do terror, com actores irritantes. Um deles quase que me batia.
Mais à frente demos uma voltinha numa diversão em que nos sentámos em pequenos táxis, e demos um passeio pela história de Londres. No final assistimos a um vídeo de 360º, onde extraterrestres engraçados aprendiam um pouco sobre as celebridades do planeta terra.
Foi uma experiencia muito divertida, rimos muito e passámos uma tarde bastante agradável.

Já era de noite quando voltámos à rua e estávamos todos muito cansados. Apanhámos o BUS de volta para casa, mas pouco depois mudámos de ideias. Era dia dos namorados e o Pedro queria levar-me a jantar fora. Decidimos, então, sair em Oxford Circus para passar o tempo até à hora de comer.
Enquanto isso, visitámos a loja Apple, onde ficámos espantados. É uma loja de dois andares, onde as pessoas podem utilizar computadores, ipods e todo o tipo de produtos, nem que seja só para ir à net ou ouvir uma musica. Tem, também muitos géneros de assistência técnica e informativa, assim como palestras sobre o software dos macs.

Quando se aproximou a hora de jantar, dirigimo-nos para CAMDEN TOWN, onde procurávamos um restaurante aconselhado no meu livro sobre Londres. Este restaurante, o MANGO ROOM, é de comida caribenha e usufrui de um ambiente exótico e requintado com musica Jazz jamaicano com mistura de ska.
Não sei se era por ser dia dos namorados, mas o local estava lotado. Esperámos algum tempo e conseguimos uma mesa ao fim de uma hora.

A mesa do Mango Room

Para esta noite existia um menu especial que custava entre 24 e 28 libras por pessoa. Contudo a comida era fenomenal, assim como os sumos naturais. Comemos um prato de peixe grelhado com molho de manga e qualquer coisa estranha que parecia batata, e um prato de algo ainda mais estranho que supomos envolver batata doce e manteiga de algum fruto seco, acompanhado por arroz com legumes e caju. À sobremesa pedimos um cheesecake de maracujá e um creme brulle de manga e banana.
Foi deste modo que passámos um jantar muito agradável, a três.

Tuesday, February 13, 2007

O Pedro chegou

Hoje acordei cedo sem nada para me acordar, simplesmente não conseguia dormir. Olhava para as horas em cada 30 minutos que passavam. O Pedro ia chegar no avião das 11.30.

Entre o sair e não sair do aeroporto, chegar e não chegar a Londres, o Pedro chegou eram 2 p.m. Fomos, eu e a Andreia, direitas a Victoria Station para nos encontrar-mos com ele. Felizmente conseguimos identificar o local para sairmos do BUS, afinal não tínhamos voltado a Victoria desde o dia da nossa chegada.

Quando chegámos, encontrámos o Pedro à nossa espera. Não muito agasalhado e sem sentir o mínimo de frio. Pois é, a verdade é que a ideia de que Londres é muito fria afinal é só um boato. A roupa que visto aqui é exactamente a mesma que visto no inverno em Portugal, só alguns dias é que fica mais frio, mas nada de especial.

Agora que estávamos ali aproveitámos para comprar bilhetes para o autocarro de volta para o aeroporto. Menos uma preocupação.

Fomos, então, todos contentes, pelo menos eu e o Pedro (explicações à parte), de volta para Camberwell. Pousámos as malas e fomos almoçar a Stockwell, para variar. Não vá o Pedro nunca ter provado comida Portuguesa!

O resto do dia foi tirado apenas para descansar, afinal o Pedro tinha acabado de chegar de uma viagem e no dia a seguir ia-mos nos levantar cedo para fazer turismo.

Sunday, February 11, 2007

Monologo...LOL

Finalmente consegui aceder à net, umas vezes melhores que outras, mas ao menos já consigo falar com o meu amigo Oliver. Ele é o que eu mais sinto falta na net. As horas que estamos habituados a passar ligados um ao outro pelo MSN, seja a falar de coisas parvas ou a trocar opiniões sobre trabalhos, fazem muita falta. É um apoio confortável, ter um amigo sempre por perto, mesmo estando longe. Gostava muito que ele pudesse estar aqui connosco. Ia ser exageradamente divertido, gargalhada o dia todo, tenho a certeza.

É neste momento que tenho que escrever que também sinto saudades do meu namorado, para ele não ficar com ciúmes. (brincadeirinha)
E aproveito para deixar claro que se não tenho falado dele é porque conversamos varias vezes por dia através de uma conta de telefone muito dispendiosa.

Sinto-me ansiosa pelas duas próximas semanas, vou finalmente visitar Londres como deve ser. NÃO POXO IR EMBORA SEM FAZER DE TURISTA!!
Daqui a 2 dias chega o Pedro (o dito ciumento), e vai ficar durante esta semana. Na semana seguinte chegam os meus pais, que ficam até pouco depois dos meus anos. Que para quem não sabe é dia 24 de Fevereiro, 23 aninhos.

Quanto aos trabalhos, tenho passado os últimos dias a adiantá-los o mais que consigo para poder aproveitar bem estes dias. De qualquer maneira vou ter de continuar a faze-los nos tempo mortos. Na verdade, até nem me importo nada porque estes projectos dão-me muito prazer fazer. É o bom da maioria dos projectos aqui, os briefings são feitos de forma a que seja possível desenvolver conceitos muito diferentes uns dos outros levando o projecto para onde nós quisermos. Isso permite melhorar a capacidade criativa e encontrar os nosso próprio caminhos. Mas acima de tudo somos incentivados, mesmo pelo tutor, a fazer algo que nos dê gozo. Citando as palavras do David, “Have fun”.

Realmente tenho notado que com todo o incentivo criativo que se tem aqui, sinto que os meus horizontes criativos se abriram. Ou seja, vejo que posso ir mais alem, arriscar com ideias que à partida parecem absurdas, mas que na realidade fazem projectos excelentes e divertidos. Esta está a ser uma experiencia muito enriquecedora para a minha mente, e principalmente a aprender a não ter medo de arriscar. Mas é claro que só três meses não chegam para me libertar por completo, mas servem para me abrir os olhos e tentar aprender com isso.

No entanto, chegamos sempre ao conflito entre criatividade e profissionalismo. Sei que no mercado de trabalho não se encontra facilmente trabalhos que possam ser assim tão criativos, mas sei que são esses que resultam nos projectos de design mais fantásticos, tanto para quem vê, como para quem faz. E é para isso que quero ser designer, para tirar prazer do que faço e fascinar quem vê, por isso tenho de saber unir a criatividade ao profissionalismo. Ou posso sempre usa-los em separado, um no emprego, outro nos tempos livres como design de intervenção e divulgação.