Hoje fomos a mais uma tutoria, e continuamos a não aparecer a horas para ver a apresentação. LOL
A entrega do trabalho é amanhã e eu já tenho os projectos todos finalizados... no computador. Mas tenho um problema, não vai ser possível entregar um dos trabalho completamente finalizado.
A semana tem sido toda passada a trabalhar fechadas em casa. Não vimos a rua sem ser na segunda para ir à escola. E a verdade é que não tive problemas em fazer o trabalho, apesar de ter uma semana a menos que os outros, tive tempo suficiente para fazer os projectos. Mas a dificuldade é outra.
Primeiro ficámos assustadas com os preços das impressões, que são muito pesados para os nossos bolsos, e não sabemos onde ou se é possível encontrar algum sitio mais barato. de qualquer forma, para imprimir na escola é preciso deixar o trabalho com três dias de antecedência, o que não me dá tempo suficiente.
Mas mesmo que imprimisse no próprio dia, eu ainda precisava de montar o projecto e fazer o vídeo. A dificuldade disso é que é a primeira vez que faço um livro a sério, e não sei como fazer a encadernação, mas mesmo que soubesse, não tenho material para isso. Comprar está fora de questão, já gasto dinheiro suficiente em outras coisas mais fundamentais e alem disso não iria poder levar para Portugal, pois não tenho espaço na mala nem posso levar mais peso. Ou seja, estou completamente perdida, sem saber o que fazer.
O vídeo só pode ser feito depois do livro estar pronto, então também não posso fazer nada.
Senti-me um bocado atrapalhada, aqui tenho algumas dificuldades que em Portugal não teria, porque sei onde ir buscar tudo o que preciso, sei onde imprimir e como fica a impressão em vários sítios, os preços são mais baixos e não tenho o problema de gastar dinheiro em coisas que tenho que deixar para trás.
Contudo, o David foi um bacano, disse que não há problema, eu posso entregar o trabalho em PDF e posso fazer um story board para o vídeo. E depois só tenho que escrever num papel que ele dá, a dizer o que me falta fazer e faço depois. MUITO FIXE. Assim, entreguei tudo o que é preciso, porque afinal aqui não é importante ter tudo feito mas mostrar que está em andamento. Quem me dera que em Portugal também fosse assim.
O que mais me está a assustar nos trabalhos é que estamos a receber vários projectos, e segunda já vamos receber mais, e ainda temos que fazer os projectos de Portugal em simultâneo. Ou seja, estamos basicamente a fazer o dobro dos projectos que o pessoal da turma da ESEIG. Pois todos os projectos que eles tão a ter agora, nós temos que fazer menos um, mas ainda temos mais os daqui que nos últimos tempos eram dois projectos grandes e três textos. Ou seja tínhamos mais quatro que eles. E ainda por cima, até ao final do semestre eles não vão receber projectos novos enquanto nós ainda vamos receber mais uns quantos. Deste modo vamos acabar o semestre com muitos mais trabalhos que o resto da turma.
E quando voltar-mos vamos ter que apanhar os projectos que eles iniciarem nessa altura, mais a Tese. Não sei é se consigo fazer todos os projectos do primeiro semestre. Só de pensar nisso fico stressada.
Thursday, February 01, 2007
Monday, January 29, 2007
Afinal ha aulas
Esta manhã fomos a uma aula que tinha sido marcada pelo David. Ele esteve a mostrar umas projecções de trabalhos entregues no ano anterior. Isto para mostrar que os alunos deveriam entregar os projectos em caixas. Mostrou algumas das melhores com ideias originais.
Os alunos, até ao segundo ano, não entregam os trabalhos com grande acabamento, então é neste ano que os professores começam a exigir algo mais. Não percebo como é possível num curso de três anos, o segundo ser ainda tão atrasado. Eles nem sabem usar programas, maior parte dos trabalhos são feitos à mão, com aspecto de estudos para um projecto que será feito. É MUITO ESTRANHO!!
Os alunos, até ao segundo ano, não entregam os trabalhos com grande acabamento, então é neste ano que os professores começam a exigir algo mais. Não percebo como é possível num curso de três anos, o segundo ser ainda tão atrasado. Eles nem sabem usar programas, maior parte dos trabalhos são feitos à mão, com aspecto de estudos para um projecto que será feito. É MUITO ESTRANHO!!
Friday, January 26, 2007
Um dia com o Marco
Hoje acordei, forçosamente, às 9 a.m. para ir ter com o Marco a Oval Stasion. Mal nos vimos demos um grande abraço, já não nos víamos desde a festa do avante no ultimo verão. Passamos a manha num café a conversar, tínhamos muito para por em dia. Quando a hora de almoço se aproximou fomos até casa para ver se a Andreia já tinha acordado. A resposta é não mas acordou connosco. Almoçamos mesmo por ali, pois eu pus o Marco a cozinhar, e a seguir saímos.
O Muz ia adoptar um cão de 9 anos. Encontrou na internet um anuncio de alguém que queria dar o cão. Parece que é um musico que começou a ter mais trabalho e tem filhos pequenos, então não consegue conciliar tudo e dar atenção ao cão, por isso resolveu dá-lo a alguém para não ter que o levar para o canil. Então fomos ao parque onde o Muz se ia encontrar com o senhor para trazer o cão.
Enquanto esperávamos andamos a trás dos esquilos que andavam aos pulinhos pelo parque. Foi muito giro, SÃO TÃO FOFINHOS!!
Um dos esquilos
Era fim da tarde e eu o Marco e a Andreia fomos ao FUNKY MUNKY. Um pub ao pé de casa. É um sitio com um ambiente porreiro, com muito pessoal do género artístico. Pelo que o Muz disse costuma estar lá um cão com rastas, mas eu ainda não o vi.
Fomos para casa ver o novo cão do Muz, mas quando chegámos ele estava com um ar tão assustado que metia pena. Não conhecia ninguém, nem a casa, devia estar a sentir-se abandonado. Ficámos com medo que a transição fosse muito complicada, pois ele já é adulto, é mais difícil. Esteve sempre muito quietinho, com o rabo entre as pernas, a olhar para tudo. COITADINHO.
Momo, o cão
Bem, acabámos por ir jantar ao Nando’s onde dividimos um frango pelos três. De seguida fomos ter com o Nek para sair, mas como já era perto da meia noite o Marco acabou por se ir embora logo. Não queria deixar a “namorada” sozinha. Ele mal conhece a rapariga. Sim, porque ele veio numa aventura. Tinha conhecido a rapariga em Portugal à um mês, enquanto ela passava ferias. Andaram uma semana e despediram-se, algo que já estavam à espera. De repente o Marco lembrou-se e decidiu vir ter com ela a Londres para poderem estar juntos mais uns dias. Ele disse que a curtia bué, mas já sabe que não dá para durar devido à distancia. PANCAS.
Assim fomos nós as duas sair com o ppl. Estivemos num bar português MUITO BOM, repito, MUITO BOM, onde podemos ouvir as nossas musicas preferidas do Quim Barreiros. Desfrutámos também de alguma musica brasileira, cu duro e quizomba.
Depois deste bar fomos convidados para ir a um BURACO, com promessas de que se podia por a tocar o que quiséssemos. Aquilo não passava de um café à portuguesa, em Stockwell, com uma sala, do tamanho do meu quarto, nos fundos do estabelecimento. O pessoal começou logo a mandar bocas, a dizer que nunca mais iam ser enganados assim e tal.
Mas apesar disso passamos a noite a conversar com toda a gente e foi uma noite diferente, para variar.
Saí-mos de lá não era tarde, eram por volta das 4 da manhã, no entanto quando chegámos a casa ficámos à conversa e quando demos por nós era manhã. Achámos então que era melhor dormir.
O cão, neste momento já estava muito mais animado. Pulava todo contente de um lado para o outro. Parece que acabou por se habituar rápido à mudança. Provavelmente não tinha muita atenção em casa e agora com tanta atenção sente-se bem.
O Muz ia adoptar um cão de 9 anos. Encontrou na internet um anuncio de alguém que queria dar o cão. Parece que é um musico que começou a ter mais trabalho e tem filhos pequenos, então não consegue conciliar tudo e dar atenção ao cão, por isso resolveu dá-lo a alguém para não ter que o levar para o canil. Então fomos ao parque onde o Muz se ia encontrar com o senhor para trazer o cão.
Enquanto esperávamos andamos a trás dos esquilos que andavam aos pulinhos pelo parque. Foi muito giro, SÃO TÃO FOFINHOS!!
Um dos esquilosEra fim da tarde e eu o Marco e a Andreia fomos ao FUNKY MUNKY. Um pub ao pé de casa. É um sitio com um ambiente porreiro, com muito pessoal do género artístico. Pelo que o Muz disse costuma estar lá um cão com rastas, mas eu ainda não o vi.
Fomos para casa ver o novo cão do Muz, mas quando chegámos ele estava com um ar tão assustado que metia pena. Não conhecia ninguém, nem a casa, devia estar a sentir-se abandonado. Ficámos com medo que a transição fosse muito complicada, pois ele já é adulto, é mais difícil. Esteve sempre muito quietinho, com o rabo entre as pernas, a olhar para tudo. COITADINHO.
Bem, acabámos por ir jantar ao Nando’s onde dividimos um frango pelos três. De seguida fomos ter com o Nek para sair, mas como já era perto da meia noite o Marco acabou por se ir embora logo. Não queria deixar a “namorada” sozinha. Ele mal conhece a rapariga. Sim, porque ele veio numa aventura. Tinha conhecido a rapariga em Portugal à um mês, enquanto ela passava ferias. Andaram uma semana e despediram-se, algo que já estavam à espera. De repente o Marco lembrou-se e decidiu vir ter com ela a Londres para poderem estar juntos mais uns dias. Ele disse que a curtia bué, mas já sabe que não dá para durar devido à distancia. PANCAS.
Assim fomos nós as duas sair com o ppl. Estivemos num bar português MUITO BOM, repito, MUITO BOM, onde podemos ouvir as nossas musicas preferidas do Quim Barreiros. Desfrutámos também de alguma musica brasileira, cu duro e quizomba.
Depois deste bar fomos convidados para ir a um BURACO, com promessas de que se podia por a tocar o que quiséssemos. Aquilo não passava de um café à portuguesa, em Stockwell, com uma sala, do tamanho do meu quarto, nos fundos do estabelecimento. O pessoal começou logo a mandar bocas, a dizer que nunca mais iam ser enganados assim e tal.
Mas apesar disso passamos a noite a conversar com toda a gente e foi uma noite diferente, para variar.
Saí-mos de lá não era tarde, eram por volta das 4 da manhã, no entanto quando chegámos a casa ficámos à conversa e quando demos por nós era manhã. Achámos então que era melhor dormir.
O cão, neste momento já estava muito mais animado. Pulava todo contente de um lado para o outro. Parece que acabou por se habituar rápido à mudança. Provavelmente não tinha muita atenção em casa e agora com tanta atenção sente-se bem.
Thursday, January 25, 2007
Tutoria conjunta
Mais uma vez era dia de tutoria, mas hoje fui sozinha. Foi impossível tirar a Andreia da cama, mas eu não quis deixar de ir.
Hoje as tutorias foram diferentes. O David juntou o grupo numa mesa e pediu para todos falarem sobre as suas ideias para que os outros pudessem partilhar opiniões.
Foi neste momento que eu tive a maior desilusão. Estávamos a uma semana da entrega e ainda ninguém tinha trabalho feito, eu fui a única pessoa que apresentou algo. Eu já ia meio do trabalho enquanto muitas das pessoas ainda nem sabiam ao certo o que iam fazer. Tinham ideias vagas, ou apenas o conceito. Ou seja, constatei que a maioria (notando que nem todos) conseguia retirar um conceito do briefing, fazer uma interpretação conceptual, mas depois não sabiam o que fazer com isso. Não conseguiam transformar o conceito em algo físico.
Assim, muitas das ideias fora desenvolvidas ou mesmo transformadas nesta aula. Mas também notei que muitas das ideias vêm completamente do David, por exemplo: um rapaz, o Sophus, disse que tinha interpretado o texto do briefing como sendo algo sobre a rotina. Então tinha pensado fotografar objectos da rotina diária, mas também queria fazer um livro Dot To Dot (quando se tem pontos com números e tens que ligar os pontos para no final revelar um desenho). Esta ideia não sei de onde veio, não tinha nada a ver, e o fotografar objectos não me parece muito criativo. Ou seja, ele ainda n sabia nada. No entanto, de seguida, o David começou todo entusiasmado a explodir de ideias. Disse que gostou da ideia do livro, mas a fazer o filme que seria um livro para adultos com imagens pornografias... FILMES. Mas acabou por finalizar com uma ideia muito fixe. O livro ter em cada pagina uma pergunta aborrecida, de quem não tem mais nada para fazer, tipo quantos feijões há numa lata. E o desenho do Dot To Dot seria um feijão. Ou seja, o livro aborrecido para fazer durante a rotina diária. É uma ideia fixe, mas foi o David que a teve.
Conclusão, ele puxa pela criatividade e conceito mas acaba por ser mais o entusiasmo dele a desenvolver as ideias do que os alunos. Isto por um lado acaba por abrir os horizontes das ideias mas não sei até que ponto é que eles sozinhos conseguiriam chegar lá.
Este foi também o primeiro dia que consegui entrar no msn, através do e-buddy. É um bocado atrofiante mas fez-me sentir melhor. Sinto muito a falta de poder falar com os meus amigos, saber o que se está a passar e saber que eles ainda se lembram de mim.
Consegui falar com o Oliver, a Joana, o Pedro e o melhor foi ter encontrado o meu grande amigo Marco porque ele estava a passar uns dias em Londres, o que é muito fixe.
Hoje as tutorias foram diferentes. O David juntou o grupo numa mesa e pediu para todos falarem sobre as suas ideias para que os outros pudessem partilhar opiniões.
Foi neste momento que eu tive a maior desilusão. Estávamos a uma semana da entrega e ainda ninguém tinha trabalho feito, eu fui a única pessoa que apresentou algo. Eu já ia meio do trabalho enquanto muitas das pessoas ainda nem sabiam ao certo o que iam fazer. Tinham ideias vagas, ou apenas o conceito. Ou seja, constatei que a maioria (notando que nem todos) conseguia retirar um conceito do briefing, fazer uma interpretação conceptual, mas depois não sabiam o que fazer com isso. Não conseguiam transformar o conceito em algo físico.
Assim, muitas das ideias fora desenvolvidas ou mesmo transformadas nesta aula. Mas também notei que muitas das ideias vêm completamente do David, por exemplo: um rapaz, o Sophus, disse que tinha interpretado o texto do briefing como sendo algo sobre a rotina. Então tinha pensado fotografar objectos da rotina diária, mas também queria fazer um livro Dot To Dot (quando se tem pontos com números e tens que ligar os pontos para no final revelar um desenho). Esta ideia não sei de onde veio, não tinha nada a ver, e o fotografar objectos não me parece muito criativo. Ou seja, ele ainda n sabia nada. No entanto, de seguida, o David começou todo entusiasmado a explodir de ideias. Disse que gostou da ideia do livro, mas a fazer o filme que seria um livro para adultos com imagens pornografias... FILMES. Mas acabou por finalizar com uma ideia muito fixe. O livro ter em cada pagina uma pergunta aborrecida, de quem não tem mais nada para fazer, tipo quantos feijões há numa lata. E o desenho do Dot To Dot seria um feijão. Ou seja, o livro aborrecido para fazer durante a rotina diária. É uma ideia fixe, mas foi o David que a teve.
Conclusão, ele puxa pela criatividade e conceito mas acaba por ser mais o entusiasmo dele a desenvolver as ideias do que os alunos. Isto por um lado acaba por abrir os horizontes das ideias mas não sei até que ponto é que eles sozinhos conseguiriam chegar lá.
Este foi também o primeiro dia que consegui entrar no msn, através do e-buddy. É um bocado atrofiante mas fez-me sentir melhor. Sinto muito a falta de poder falar com os meus amigos, saber o que se está a passar e saber que eles ainda se lembram de mim.
Consegui falar com o Oliver, a Joana, o Pedro e o melhor foi ter encontrado o meu grande amigo Marco porque ele estava a passar uns dias em Londres, o que é muito fixe.
Wednesday, January 24, 2007
ESTA A NEVAR!!
Os últimos dias foram passados em casa a trabalhar, poucas foram as vezes em que saímos. Afinal, tínhamos perdido uma semana de trabalho e agora precisávamos de recuperar.
No entanto ouve um momento que se destacou na rotina diária. Na noite de terça-feira acordei por volta das 4 a.m. cheia de sede. Levantei-me e fui à divisão, agora, 3 em 1 beber um copo de agua. Quando olhei pela janela, mesmo à minha frente, vi coisas brancas a cair do céu, ESTAVA A NEVAR!!
Gritei repetitivamente para o Muz, que estava na cama/sofá, “It’s snowing!!”. Corri a acordar a Andreia que olhou para mim com cara de quem não queria acordar, mas correu para a janela com a câmara de filmar.
Foi a primeira vez na vida que vi nevar, é pena é não ter sido muito pois o chão nem ficou branco. Com toda a excitação acabei por levar muito tempo até adormecer, mas valeu a pena.
Isto é neve!!
No entanto ouve um momento que se destacou na rotina diária. Na noite de terça-feira acordei por volta das 4 a.m. cheia de sede. Levantei-me e fui à divisão, agora, 3 em 1 beber um copo de agua. Quando olhei pela janela, mesmo à minha frente, vi coisas brancas a cair do céu, ESTAVA A NEVAR!!
Gritei repetitivamente para o Muz, que estava na cama/sofá, “It’s snowing!!”. Corri a acordar a Andreia que olhou para mim com cara de quem não queria acordar, mas correu para a janela com a câmara de filmar.
Foi a primeira vez na vida que vi nevar, é pena é não ter sido muito pois o chão nem ficou branco. Com toda a excitação acabei por levar muito tempo até adormecer, mas valeu a pena.
Monday, January 22, 2007
Peckham Rye
Esta tarde fomos passear até PECKHAM RYE, uma rua de lojas a três paragens da escola, ou seja, a seis de casa. Tínhamos reparado nela à pouco tempo quando fomos à procura de um LIDLE onde fazer compras mais baratas.
No entanto, não compreendemos porque é que não existe roupa quente. Todas as lojas vendem roupa estilo Outono ou Primavera. Vemos muitos tops e camisas frescas, e mesmo as camisolas que encontras não são muito quentes. Realmente muitas das pessoas que vimos na rua parecem não sentir frio, vestem t-shirts, calções, saias, sandálias, etc.
Contudo, comprei uma bandelete muito gira e uma boina para me aquecer a cabeça.
No entanto, não compreendemos porque é que não existe roupa quente. Todas as lojas vendem roupa estilo Outono ou Primavera. Vemos muitos tops e camisas frescas, e mesmo as camisolas que encontras não são muito quentes. Realmente muitas das pessoas que vimos na rua parecem não sentir frio, vestem t-shirts, calções, saias, sandálias, etc.
Contudo, comprei uma bandelete muito gira e uma boina para me aquecer a cabeça.
Saturday, January 20, 2007
A festa da Katia
Hoje foi a nossa primeira noitada, que acabou bastante cedo. Era a festa de anos da Katia, a ex-namorada do Nek, a qual me convidou para ir e levar a Andreia. O inicio da festa era encontrarmo-nos em casa dela para beber uns copos. Foi óptimo rever algumas pessoas que eu já não via à muito. Estava lá, para alem do Nek e da Katia, a Liliana (irmã do Nek), a Rute, o Vasquinho, a Sara Feio e os restantes não puderam aparecer.
Conhecemos também alguns dos amigos Portugueses deles, que são pessoas que também estão a viver em Londres, alguns à mais outros à menos tempo, e que se vão conhecendo e formando um grupo.
Fez-me sentir bem, saber que apesar de estar numa cidade estranha tenho várias caras conhecidas.
Voltámos para casa cedo, era por volta da uma da manhã, porque eles iam todos sair para uma festa transe que dura até bué.
O Nek, um desconhecido, o Jorge, a Liliana e a Katia
Conhecemos também alguns dos amigos Portugueses deles, que são pessoas que também estão a viver em Londres, alguns à mais outros à menos tempo, e que se vão conhecendo e formando um grupo.
Fez-me sentir bem, saber que apesar de estar numa cidade estranha tenho várias caras conhecidas.
Voltámos para casa cedo, era por volta da uma da manhã, porque eles iam todos sair para uma festa transe que dura até bué.
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